quarta-feira, 27 de maio de 2009

Crónica da final no futsal arena

Passo a citar:


"Espanha campeã do Mundo FA! 5-4 ante a itália


A ESPANHA é o grande vencedor do 1º Campeonato do Mundo FutsalArena. Afinal a melhor defesa é mesmo a defesa...

Contra algumas expectativas, a Espanha sagrou-se no domingo campeã do mundo após mais um grande jogo da sua equipa, desta vez contra uma selecção transalpina que não teve argumentos para combater a eficácia espanhola. Nunca tida como um sério candidato ao título, a fúria espanhola provou que a vontade e a união são ingredientes essenciais para cozinhar uma equipa vencedora. Sem grandes vedetas, esta jovem selecção espanhola, apresentou como o seu Maradona, o colectivo.

Ao som do hino dos campeões as selecções entraram na quadra de jogo para pousarem para os presentes. Nota positiva para a adesão do público: poucas horas antes já só havia bilhetes para a superior norte. Ao som dos hinos nacionais as equipas vestiam verdadeiramente a pele de um espanhol, ou de um italiano – os transalpinos, com a mão no coração, interpretavam na plenitude esse sentimento. O início do jogo aconteceu. Ao 1-0 por Zé Manel, para gáudio dos espanhóis, o empate por Vítor Rodrigues (golão!) foi o mote para o que viria a ser a partida: a Espanha a marcar e de seguida a Itália a empatar. Ao 2-1 por Nuno, Paulo Abreu, após defesa de Mouro, confirmava essa máxima. A Espanha não queria, nem podia, ficar em desvantagem. Sabia que seria difícil depois dar a volta ao score. A Itália, visivelmente desgastada e privada de 2 jogadores basilares, por lesão, tinha em André Xavier, o seu todo-terreno, a força que fazia acreditar a squadra azzurra. Somado a este, a classe de Paulo Abreu, o melhor pivot do torneio, fazia crer que era uma questão de tempo - o golo e a vantagem iriam surgir.

Ao 3-2 por Rodrigo, Xavier tratou de responder, repondo a igualdade através de um “bico” venenoso que traiu o guardião espanhol. Uma nota para Mouro, mais uma exibição à altura! A Espanha sentia que era difícil manter a vantagem. A Itália alcançava o empate com alguma facilidade. Mas eis que Zé Manel, o fixo espanhol, e com a frieza que o caracterizou neste torneio, coloca a selecção espanhola com a vantagem de dois golos, coube-lhe o 4-3 e o 5-3. Seria agora mais difícil alcançar a igualdade. O golo Vítor Rodrigues, que fez uma excelente final, fez crer que o empate ainda apareceria. A segunda parte parecia enorme, tal era a emoção e os inúmeros golos. Xavier vinha buscar a bola cá trás; o remate ou a assistência para Paulo Abreu era a receita para os últimos segundos do encontro. Os espanhóis, fechados em copas, davam o tudo por tudo e só queriam que o tempo escoasse e a partida finalmente acabasse. Petiz e Nuno faziam a defesa mais avançada, travando um luta brutal com Xavier, já Zé Manel tentava permanentemente evitar que Paulo Abreu se virasse para a baliza, e ia conseguindo-o. Já se sabia, a arma espanhola é o pragmatismo defensivo, a arma italiana o jogo ofensivo. Costuma-se dizer que no futebol (futsal neste caso) a melhor defesa é o ataque, neste caso a melhor defesa foi mesma a defesa. Entretanto o tempo passou e o final da partida chegou. Ao som da Marcha Real os espanhóis festejaram a conquista do título no centro do recinto de jogo. Zé Manel foi distinguido como melhor jogador em campo, foram fundamentais os seus golos e o equilíbrio defensivo emprestado à selecção espanhola.

Os mais e os menos do encontro:

(+) A Espanha conseguiu nunca ter desvantagem no encontro – sabia que isso era fundamental.
(+) A dupla Xavier - Paulo Abreu. Uma dor de cabeça em qualquer lugar.
(+) Petiz, enorme jogador, um trabalhador nato. Jogador de transições. A quantidade de desarmes nesta partida foi impressionante. Foi também o jogador com maior eficácia de passe.
(+) Gogas, Mourinho, Ya e Mouro: jogadores que evoluíram muito com o desenrolar do torneio.
(+) A comparência do público (não do jornal). Os amigos e familiares de alguns atletas das selecções que participaram vieram assistir à grande final.



(-) A Itália nunca conseguir ter vantagem no encontro. Se o tivesse conseguido em qualquer momento deste o evoluir do jogo poderia ter sido diferente.
(-) A lesão de Pedro Garradas e M. Leite, duas grandes baixas italianas.


E assim foi, o final do campeonato do mundo chegou. Com ele ficaram as crónicas para um dia relermos e nos lembrámos do que acreditamos ter sido um excelente torneio. Foi com esse intuito que organização construiu esta competição. Já temos saudades dos jogos e ainda agora acabou. Fica a frase de um elemento da organização (desalentado) para nos despedirmos: no próximo fim-de-semana não tenho o que fazer…

Parabéns Espanha!!"

segunda-feira, 25 de maio de 2009

37º Jogo: De Merda/Espanha 5 - 4 Itália - FINAL CAMPEONATO FUTSAL ARENA


Pois é... Foi com esta sola que tudo começou. Na Quinta da Regaleira nasceu a ideia de formar uma equipa de futsal de amigos e hoje escrevo neste blog a crónica do jogo que nos deu o nosso primeiro troféu em competição. Esta sola, meus caros, não é uma sola qualquer. Quem lá esteve deve lembrar-se com toda a certeza: é uma relíquia, uma peça de museu que simboliza o início deste percurso de 12 meses. O primeiro jogo dos De Merda FC foi no Garcia, contra outra equipa de amigos, jogo que ganhámos e que ficou marcado por vários pequenos acontecimentos, entre os quais a altura em que em pleno jogo, este vosso guarda-redes que escreve esta crónica, ficou sem sola da sapatilha. No topo lê-se "25.05.08". Isto é, escrevo-vos esta crónica e está a fazer EXACTAMENTE um ano que assinamos esta sola para celebrar o nascimento deste grupo. Entraram outros para a equipa entretanto, somos agora 9 De Merdianos e lutámos todos para crescer como equipa e como jogadores. Os resultados estão à vista: um ano cheio de grandes jogos, jogadas, vitórias (e derrotas, essas são igualmente importantes), discussões, gritos, risos e tudo mais. Tudo a culminar nesta grande vitória, no dia 24 de Maio de 2009, numa vitória da "armada Espanhola" perante os Italianos.

Várias foram as seleções que sentiram a verdadeira fúria dos De Merda - Lichenstein, México, Alemanha, Brasil, Senegal, Angola, Trinidade e Tobago e Itália - todos jogos ganhos por nós ao longo destes últimos meses. Uma caminhada plena de glória, estando manchada apenas pela derrota frente ao Uruguai. É de facto um percurso que muitos estavam longe de imaginar. Afinal de contas, entramos neste torneio com a expectativa apenas de evoluirmos e de ganhar o máximo de jogos possível. Nunca imaginei, por muito que acreditasse no nosso valor, que chegaríamos até aqui e conseguíssemos o título de "CAMPEÕES DO MUNDO". Evoluímos e crescemos muito como equipa e mostramos que, acima das individualidades, está a força do colectivo. Neste torneio todos demos o nosso contributo, todos deixamos tudo que tínhamos em campo. Por isso estamos todos de parabéns, foda-se! :)

Para contar a história desta final, que terminou com a nossa vitória por 5-4, terei de recuar para o dia 23, data da meia-final. Depois de nos qualificarmos para a final, vimos os nossos dois possíveis adversários a jogar. Estados Unidos e Itália jogaram para disputar um lugar entre os finalistas enquanto vários elementos dos De Merda observavam atentamente o jogo. A Itália sofreu mas conseguiu uma vitória justa no prolongamento. As impressões dos olheiros De Merdianos eram unânimes: íamos ter uma missão muito difícil no dia seguinte. Era uma equipa perigosa a atacar, com um pivôt que era já o melhor marcador do torneio, e segura a defender com um fixo possante, o capitão da equipa e motor do conjunto.

Ora, se os De Merda fossem gajos ponderados e com cabeça, teriam ido para casa. Cada um dos elementos da equipa preparava um pequeno ritual para estar nas melhores condições possíveis para a grande final do dia seguinte. Comer uma boa refeição e deitar cedo - afinal de contas no era a primeira final desta jovem equipa e tinha de estar tudo a 100%. MAS NÃO. TÁ MALE. Vários elementos da equipa foram apanhados pela imprensa, a horas proibitivas para qualquer jogador de futsal amador que se preze, a sair na noite de Sábado para Domingo. Alguns destes craques encontravam-se num restaurante na baixa portuense a consumir álcool e substâncias ilícitas sem vergonha nem contenção. Eis as provas:

Nuno Medeiros "Maioral", o capitão de equipa. Note-se o uso que está a dar às mãos.


Zé "Jocri" Amorim, o fixo, num estado mental já a roçar o coma absoluto, poucas horas antes de entrar em campo.

Edgár "Mouro" Jankauskas, o guardião da baliza, a montar tenda junto a um frigorífico carregado de cerveja.
Consta que terminou a noite numa discoteca e num estado lastimável.


Mourinho "Mouras", prestes a agredir o fotógrafo por estar, apenas e só, a tirar fotografias aos elementos da sua equipa.
Com certeza com medo que fossem reveladas publicamente...


De novo o capitão da equipa, desta vez a dar aulas de salsa no meio da rua Miguel Bombarda, sem qualquer pudor.

É verdade, estas tristes figuras são o testumunho da terrível noite que antecedeu o grande embate que tanto ia decidir. Estariam os De Merda convencidos de que eram favas contadas? Ou estariam antes a celebrar a sua passagem à final, sabendo em antemão de que seria um jogo perdido, tal era a qualidade evidenciada pelos italianos?

Deixo as respostas para a vossa consciência. O que é facto é que ganhámos. Vamos ao jogo então:

Entrámos em campo com todos os jogadores menos Hugo "Fox" Maneta, que acumulou as funções de roupeiro da equipa e peixeira de serviço, constantemente a berrar ao longo dos 40 minutos. Os restantes 8 membros estavam em campo, no lugar onde muitos outros jogadores das restantes 22 equipas gostariam de estar - a disputar a grande final! E que final! Um jogo carregado de emoção e de bom futsal das duas equipas. O resultado espelha bem o jogo que foi muito disputado. Mas a "Armada Espanhola" ganha e com toda a justiça. Ao longo dos minutos de jogo soubemos anular muitos dos pontos fortes dos italianos e conseguimos atacar com eficácia. Ao contrário de outros jogos nossos neste torneio, a equipa não jogou muito recuada, a apostar em contra-ataques fulminantes e letais (que são já uma das nossas "trademarks"). Pelo contrário: entramos fortes e de peito feito, sem qualquer medo de encarar o jogo. Isso foi notório logo na primeira parte onde fomos os primeiros a rematar e a criar perigo. Trocávamos a bola com enorme confiança e à vontade, com a concentração máxima. No entanto os italianos também deixavam o aviso numa jogada rápida que levou a bola ao poste da nossa baliza.

Pouco depois, marcávamos nós o primeiro golo do encontro: Zé "Jocri" deixa a função de fixo por breves instantes depois de uma recuperação no meio campo e remata para o fundo das redes. A bola ainda bate na perna de um jogador adversário, desviando ligeiramente a trajectória da bola, mas nem por isso tirando brilho à jogada. Os italianos respondem de imediato: Zé "Jocri" faz falta à entrada da área, numa luta que era já um dos focos de atenção desta final, entre o nosso fixo e o pivôt adversário. De bola parada, a "squadra azzura" consegue repor a igualdade. A equipa não se foi abaixo e pouco depois, Nuno "Maioral", o matador do conjunto, faz um belo golo noutra boa jogada e lançava de novo a Espanha para a frente do marcador. Ainda estavam os jogadores a acalmar os festejos e surge logo de seguida o empate da Itália, numa remate fortíssimo à entrada da área, sem hipóteses para Édgar "Mouro". O jogo estava ao rubro e a plateia fervilhava com o espectáculo. Era uma final à séria, estava confirmado. Poucos minutos passados e, numa jogada fantástica de ataque, Rodrigo "Rodas" encosta para o fundo das redes. Mourinho "mouras" consegue segurar a bola perante 3 (!) jogadores adversários e descobrir Ya "Yaya" no lado esquerdo do ataque, que assiste de forma magistral Rodrigo "Rodas". 3-2 no marcador, resultado que se arrastou até soar o apito do intervalo, pouco depois de Diogo "El Comandante" ter falhado por pouco uma oportunidade soberana para aumentar a conta.

A primeira parte deixava bons indícios. Apesar dos dois golos sofridos, estávamos a conseguir controlar as acções da Itália e atacávamos com muito perigo, principalmente a recuperar bolas no meio campo (destaque aqui para Francisco "Petibery" que foi fundamental nessa função). Zé "Jocri" chamava a atenção dos colegas para as movimentações do pivôt e pedia mais apoio. Rodrigo "Rodas" discursava, ainda ofegante, sobre a táctica que a equipa devia seguir. Estávamos a 20 minutos de nos sagrarmos campeões mas ainda havia muito para jogar. Começa então a segunda parte que abre praticamente com um livre à entrada da área espanhola. Novamente a Itália marca de bola parada, com o seu fixo a rematar rasteiro e colocado para o canto da baliza. O jogo estava ao rubro, com lances muito disputados e rasgados. Mas os De Merda mostram mais uma vez a sua união e "ganas" de ganhar. Dois cantos no lado direito, dois remates letais de Zé "Jocri", dois golos que colocavam justiça no resultado e davam a vantagem de 5-3. Faltavam ainda cerca de 9 minutos para terminar. O triunfo estava perto, pairava já o bedum a merda pelo pavilhão, mas ainda sem euforias. O jogo ainda não estava terminado e podia virar a qualquer instante. Recuamos as nossas linhas e gerimos com classe a posse de bola, e tivemos até oportunidades para ampliar a vantagem através do contra-ataque. Mas, depois de uma jogada de insistência, mais uma vez o fixo italiano remata rasteiro e a bola passa pela floresta de pernas na área espanhola, reduzindo a desvantagem para o 5-4. Era uma situação difícil, estava muito em jogo e faltavam ainda 4 minutos para terminar. Tivemos de demonstrar toda a nossa força anímica para não nos irmos abaixo e manter a concentração. Foi isso que fizemos, os italianos tentaram e insistiam mas a defesa dos De Merda provava ser dura como um cagalhão grosso e compacto, daqueles que entopem sistemas inteiros de canalização e nos obrigam a chamar o pisceleiro lá a casa... Édgar "Mouro" teve tempo ainda para defender outro livre perigoso perto da entrada da área e o resto da equipa segurava.

E eis que surgiu o apito final de forma totalmente inesperada, tal era a emoção. Francisco "Petitbery" abraçava-se a Nuno "Maioral" no meio do campo e caíam os dois estendidos no ringue. Os companheiros correm e juntam-se a eles. O suor misturava-se, trocavam-se galhardetes, agradecia-se ao público presente com direito a "mergulho" para a piscina e tudo. Nos altifalantes da arena ouvia-se a "We are the Champions". Era a festa do título! SOMOS CAMPEÕES CARALHO!

Análise Individual:

Édgar "Mouro": não foi dos jogos em que teve mais trabalho mas foi fundamental para segurar o resultado, principalmente na recta final. Os passes teleguiados para o ataque foram preciosos e eram muitas vezes o início das jogadas de perigo. Muito seguro e confiante.

Zé "Jocri": considerado o MoM pela direcção do torneio, distinção totalmente merecida. "Jocri" lutou o jogo todo contra o avançado mais concretizador do torneio e ganhou a maioria dos duelos, varrendo sem dó nem piedade a zona da área. Importantíssimo a subir no terreno e no remate: foi o goleador da equipa com 3 tentos apontados. Muito certeiro também no jogo directo e muito calmo a gerir a bola na defesa. Tomara a muitas equipas ter um fixo assim!

Diogo "El Comandante": estava no 5 inicial e fez um jogo de muita luta e esforço, como já vem sendo habitual. Fechou e compensou muito bem na ala esquerda, sempre com a concentração no máximo. Faltou-lhe o golo (e ainda teve oportunidades para o fazer). Na minha opinião um dos melhores jogos que fez pelos De Merda.

Francisco "Petitbery": foi considerado o melhor jogador do torneio e não foi por acaso. Pode não ter a exuberância de muitos dos craques que jogaram no campeonato, mas é um verdadeiro "teamplayer", a jogar e a fazer jogar. Foi notória a garra e a dedicação durante os 40 minutos, a recuperar muitas bolas e a compensar os colegas inúmeras vezes, com cortes providenciais. E de pensar que jogava aos penaltys com este chavalo aqui no quintal da minha casa... :')

Nuno "Maioral": se os adversários tinham um pivôt temível, nós também não ficávamos atrás. Por pouco não ganhou o prémio de melhor marcador do torneio e neste jogo voltou a deixar a sua marca. Destaco principalmente a 2ª parte onde esteve muito atento a defender, principalmente na linha da frente onde era o primeiro a parar os remates do adversário. Sem ter sido tão rematador como noutros encontros, serviu por diversas vezes os colegas. Outro grande jogo!

Ya "Yaya": a assistência importantíssima para o 3-2 fez a delícia de qualquer um que goste de bom futebol. A ala esquerda foi fonte de muito perigo e isso foi muito graças a ele, que passava pelos adversários e cruzava junto à linha causando sempre calafrios na defesa italiana. Cumpriu as suas funções quando recuava para fixo e marcava o pivôt adversário.

Rodrigo "Rodas": outro grande pivôt. Fez um torneio excepcional e ontem voltou a ser providencial a marcar numa das ocasiões que teve. Importantíssimo a segurar as bolas de costas para a baliza adversária, muitas vezes a segurar o jogo e a trabalhar muito bem à volta de vários adversários, quase sempre sem perder a bola. É provavelmente o jogador com mais experiência nestas andanças e isso nota-se logo pela forma como aborda o jogo. Outro dos melhores jogos que o vi fazer.

Mourinho "Mouras": é polivalente no seu papel dentro de campo mas neste jogo ocupava normalmente as áreas mais adiantadas. Fechou e compensou muitas vezes mas teve o momento alto do seu jogo quando, no meio de vários adversários e numa jogada de insistência, encontra Ya "Yaya" desmarcado no flanco esquerdo, no lance que deu o 3-2. Muito, muito bem a trocar a bola e a fazer triangulações.

Hugo "Fox": Muito seguro no banco, principalmente na forma como guardou as chaves do balneário, impedindo o adversário de penetrar o covil Merdoso. Teve espaço até para brilhar: Nuno incumbiu-o de ir buscar uma garrafa de água nova ao intervalo, função que desempenhou prontamente e com distinção. Este miúdo devia tomar um calmante antes de jogos deste calibre. Perdeu anos de vida com o sofrimento todo, com certeza.

Como esta merda já vai longa, deixo o resto para os vossos comentários. Foi um grande jogo, muito sofrido, é certo, mas com justo vencedor. Foi, sem sombra de dúvidas, um dos nossos melhores jogos. Chegámos ao fim deste torneio mais confiantes que nunca nas nossas capacidades como equipa, mas daqui para a frente temos de saber manter a humildade que também nos caracterizou. Senti uma progressão enorme ao longo dos jogos, soubemos encarar cada desafio como uma final e merecemos bem o grande prémio. Uma semana de desbunda em Albufeira, aí sim para festejarmos à grande e sem medo de sermos apanhados por papparazis e fotógrafos destabilizadores! São oito da manhã e tou a escrever esta merda, vejam lá no que me meteram... Mas escrevi tudo com um enorme sentimento de orgulho nesta equip... não! grupo de amigos! ahah que comovente! Tão cedo não vamos esquecer o dia 24 de Maio de 2009. Agora venham os próximos torneios!


SOMOS CAMPEÕES !!! DE MEEEEEERDA!




P.S.: desculpem-me se há alguns dados incertos sobre o decorrer do encontro, escrevi tudo do pouco que me lembro, a emoção era tanta que só me sobram alguns "flashes" do desafio. Além disso são 8 da manhã, foda-se. Vou mas é dormir que amanhã trabalho de tarde, lol.

De Merda/Espanha conquistam Mundial

É NOSSA ! ! !

sábado, 23 de maio de 2009

36º Jogo: De Merda/Espanha 5 - 1 Trinidade e Tobago


Pois é pessoal, os De Merda conquistaram hoje o direito de disputar este belo troféu aqui em cima tendo ultrapassado a Trinidade e Tobago por 5-1, numa exibição muito sólida que lhes deu o acesso à final. Tem sido um percurso vitorioso até ao momento, sete vitórias e apenas uma derrota, 37 golos marcados e 17 sofridos . Lichenstein, México, Alemanha, Brasil, Senegal, Angola e Trinidade, todas estas selecções já provaram da fúria espanhola e do venenoso cheiro a merda que paira no ar em todos os jogos em que a "selección" entra em campo. Podemos não ser os mais tecnicistas, os mais velozes ou os mais fortes fisicamente, mas somos com toda a certeza a melhor EQUIPA, e quando digo equipa, digo-o no verdadeiro sentido da palavra, na união, entreajuda , coesão, entrega e sacrifício, duvido que houvesse uma equipa tão "forte" como a nossa. Tem sido um prazer enorme jogar com todos vocês seus merdosos ao longo deste último ano. Amanhã temos a grande final contra a Squadra Azurra, o jogo mais importante da curta mas já grande história dos De Merda. CORAGEM, VAMOS LEVANTAR ESTE CANECO!!

VENGAAAAA ESPAÑA!!!
VAMOS DE MERDA!!!!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

35º Jogo: De Merda 7 - 6 Pessoal de Medicina

Mais um jogo e desta feita um empate.
Mostramos em campo durante cerca de 45 minutos que éramos uma equipa superior. Mas os últimos 10 minutos foram péssimos para a equipa: fomo-nos abaixo fisicamente e começamos a defender mal e atabalhoadamente, sem posições minimamente definidas e a meter o pé de forma muito mole aos lances.

O jogo foi um espelho do que são so De Merda actualmente. Fechados a defender de forma fantástica, a cobrir as posições de forma competente e a dobrar os colegas quando estes falham de forma muito voluntariosa. Ontem tive a certeza de que a nossa grande campanha no Campeonato do Mundo não é fruto do acaso, mas sim consequência do nosso bom jogo defensivo e da nossa objectividade, rapidez e killer instinct na hora de atacar a baliza adversária. Ontem tivemos menos bola, mas fomos sempre mais perigosos, notando-se aqui e ali um bom entendimento entre os jogadores, com boas trocas de bola, movimentações, o chamado, toca-e-corre, passa-e-desmarca, com os jogadores em constante rotação e a saberem ocupar os lugares que deviam, efectuando as devidas compensações. Gostei muito!

O resultado acaba por ser mesmo o pior deste desafio.

Isso e a ideia com que fiquei de que fomos todos muito menso unidos do que nos jogos do Campeonato do Mundo. Nos jogos "a doer" quando um falha está lá tudo a aplaudir e a incentivar, neste jogo quando um falhava era tudo a dar na cabeça uns dos outros, a protestar, aos berros, como se estivéssemos a jogar mal........ há que ter calma! Porque a protestar assim não estamos a ajudar ninguém. Eu não ligo muito a isso, mas há muita gente que quando ouve a primeira reprimenda passa a falhar mais passes, a jogar a bola com medo de errar, fruto do medo de errar de novo... Ou seja, se queremso ter uma equipa confiante a jogar a bola não podemos começar a berrar uns com os outros quando sofremos um golo. Até porque se houve coisa que existiu neste jogo foi o total empenho, suor e esforço de todos os jogadores, que enfrentaram este jogo tal qual um jogo do Campeonato do Mundo.

Mas a verdade é que, para além de no outro lado estar uma boa equipa (2 ou 3 jogadores muito bons tecnicamente, um deles federado, com bom passe, rapidez, bom controlo de bola, embora pouco acutilantes na hora de finalizar os lances), tivemos lances de puro azar ou azelhice, que acontecem a todos.

Ora vejamos: jogamos sem guarda-redes (ao contrário deles), um golo meu na própria quando vinha a recuar; um golo do Petiz na própria em condições semelhantes; o Nuno a fintar quando era o último homem e parecia ter o lance controlado acaba por perder a bola; quando estava na baliza e ia sair-me a um gajo, o Nuno pisa-me sem querer o pé e torço o pé, fazendo eles o golo; um lance em que o Diogo dá demasiado espaço para chutar e acaba por ser golo...

Uns por azar, outros por azelhice... acontece a todos, meus amigos!
E protestar após um golo uns com os outros é o pior que se pode fazer. E a estatística está do meu lado: após um golo sofrido perto do fim do jogo, eneervamo-nos e eles fizeram golos suficientes para empatar o jogo.

Jogamos bem, trocamos bem a bola, defendemos bem, atacamos de forma eficaz e objectiva. Infelizmente a vitória não apareceu. Mas mostramos, mais uma vez, o poderio da nossa equipa.

Fica aqui a minha análise. Mas, como diria o outro, esta é apenas a minha opinião.


Jogaram pelos De Merda: Zé Manel, Diogo, Mourinho, Petiz, Nuno e Rodrigo.



Rodrigo 10

segunda-feira, 18 de maio de 2009

34º Jogo: De Merda/Espanha 4 - 2 "Equipa do Jaime"/Angola

Campeonato do Mundo Futsal Arena
Quartos-de-Final
17 de Maio de 2009
Domingo
18h30

De Merda/Espanha 4 - 2 "Equipa do Jaime"/Angola


Mais um jogo e, conforme vem sendo hábito nos últimos tempos, mais uma vitória para os merdosos. Os De Merda estão mais vivos que nunca. E, perdoem-me o conselho: recomendam-se!
Cagalhotos destes já não se fazem muitos... e os 7 "lhotos" que ontem entraram em campo para bater a famosíssima e ultra-elogiada "Equipa do Jaime" (sem esquecer os dois grandes "lhotos" que ficaram de fora: Nuno e Fox, o primeiro por castigo, o segundo por lesão) mostraram ser mal-cheirosos e explosivos q.b.

Se não tivessem existido dois golos da "Equipa do Jaime" (no caso de ser o Petiz a ler esta parte da crónica, todos sabemos que ele vai pronunciar mais ou menos isto: "Equipa do Jaaiiiiiiimeeeee"), teria todos os tomates do mundo afirmar que tínhamos feito uma exibição perfeita. Não foi assi, no entanto, visto que permitimos que os "jaimistas" fizessem dois tentos.

Mas isso não mancha em nada a nossa grande exibição. Ou melhor, a nossa exibição, isso sim, foi uma grande macha de merda, um grande selo nuns quaisquer boxers brancos polvilhados com florzinhas amarelas e azuis celestes. Que jogo, meus amigos! Que classe! Que maturidade! Que nível! Que estaleca!

A 1ª parte foi equilibrada, com um ligeiro ascedente inicial dos "jaimistas", a obrigarem o Edgar a uma defesa fantástica após remate do virtuoso tecnicista Cleite (ontem muito abaixo das suas potencialidades, fruto da marcação de que foi alvo).
Mas depois disso foram sempre os De Merda a mostrarem-se mais perigosos. Assim de repente, recordo-me, por exemplo, de um remate fantástico do Zé Manel a obrigar o guardião contrário a tirar a bola do ângulo com uma defesa do outro mundo, assim como dois lances de pivot por parte de Rodrigo, um sobre o lado direito (remate às malhas laterais) e outro sobre a zona central, onde simula que toca de calcanhar, vira-se e atira à figura.

A 2ª parte chega e notava-se grande confiança na equipa "merdosa". Pairava no ar um intenso cheiro a bosta, um doce cheiro a caca... era o prenúncio de um golo dos De Merda. A "Equipa do Jaime", uma grande equipa sem margem para dúvidas, pareceu, no início do 2º tempo, algo nervosa e apática, fruto da incrível atitude competitiva dos De Merda. Talvez não contassem com esta chama, com esta vivacidade, com esta... fúria espanhola!

Conforme disse um dos organizadores (Bruno, penso eu), os "jaimistas" eram os favoritos. Eram uma equipa mais refinada, que troca melhor a bola (embora bem pior que o México), mais veloz, mais tecnicista, com mais doçura na ponta da bota, tinham o Cleite, etc. Mas isso não é tudo, caros amigos. Isso ajuda, é certo... mas por si só não vence jogos! O que vence jogos é a raça, o espírito, a união, a calma, o sentimento, a fúria dos merdosos espanhóis.

E no início da 2ª parte, surge a primeira ameça por intermédio de Rodrigo, após roubar a bola ao fixo (alto e forte) adversário, dirigir-se para a baliza e, perante a saída do guardião "jaimista", faltou-lhe arte e engenho para picar a bola na direcção da baliza. Saiu ao lado...

Mas logo a seguir... GOLO! Lançamento de linha lateral, bola enviada para Zé Manel, Zé Manel cheio de classe pica a bola em trivela para Rodrigo (hoje a pivot), Rodrigo protege a bola de costas até à entrada da área e, já no centro, desfere um remate rasteiro à queima-roupa para o fundo da baliza. Estava feito o 1-0.

Depois começou o vendaval espanhol. A fúria, a raça, a vivacidade, o turbilhão, furacão da "Armada Invencível".

O 2-0 surge através do virtuoso trabalhador Francisco Petiz (muitos lhe chamam Petitbery e com razão)... bola bombeada pelo grande lançador Edgar, bola parece que vai comprida... os "jaimistas" quase que desistem do lance, mas Petiz, em esforço, qual super-herói, chega à bola e faz o desvio fatal para a baliza. GOLO importantíssimo!

O 3-0 aparece logo depois... numa grande jogada colectiva de tabela, com Ya com toda a sua classe a fazer o resto. Recebe a bola de pé esquerdo, ajeita-a de modo a sentir-se confortável com ela e, perante a saída do guarda-redes "jaimista", coloca-lhe a bola de pé direito por baixo deste, fazendo o terceiro GOLO dos incríveis De Merda.

Mas o vendaval espanhol ainda não tinha terminado. Canto para os De Merda. Petiz pousa a bola na zona indicada. Olha duas vezes para a área, surgem movimentações... decide colocar a bola fora da área, ao 1º poste, num espaço aparentemente vazio. Mas apenas aparentemente... porque vinha lá um comboio alfa-pendular de seu nome JocriAmorim (Zé Manel) que, de primeira e de forma magnífica, coloca em grande estilo dentro do fundo das redes "jaimistas". GOLO! O guardião contrário nada podia fazer dada a violência do remate em questão... limitou-se a esboçar uma reacção ténue e, desde o início, condenada ao insucesso. Era o 4-0.

Daí até ao final, assistiu-se a outro festival. O "festival Edgar". Enormes defesas, enorme segurança, enorme atitude a comandar a equipa, mostrando que cada vez mais está integrado no espírito "merdoso". Segurou o resultado com as suas mãos e mostrou que, na baliza, os De Merda estão mais uma vez muito bem servidos.

Os dois golos dos "jaimistas" surgem fruto da sua boa capacidade técnica e de uma natural falha de concentração nos momentos finais, onde o 4-0 permitiu relaxar um pouco, mesmo que inconscientemente, Conheço bem todos os merdosos e sei bem que, se estivesse o resultado em 1-0, nenhumas daquelas falhas teriam acontecido.

Resumindo, baralhando e concluindo...


DE MERDA ESTÃO NAS MEIAS-FINAIS DO
CAMPEONATO DO MUNDO
ARENA FUTSAL
E agora, meus amigos, temos obrigação de lutar por uma presença na final. Com esta união que vi podemos ir longe. Nos momentos finais, a cada corte que fazíamos viam-se os jogadores a chocar as mãos, a "parabenizarem-se" uns aos outros, a corrigirem posicionamentos, a chamarem a atenção, a incentivarem, a apelarem à calma (sempre e cada vez mais necessária, de modo a lidarmos bem com as faltas adversárias, com as nossas faltas e com as arbitragens... temos que melhorar isso ainda!)... sinceramente gostei muito de ver este espírito dentro de campo, só nos preocupávamos com o que se estava a passar na quadra e estávamos todos a lutar pela vitória, sem se ver toques bonitos, calcanhares ou jogadas para o espectáculo. Apenas e só puro futebol de rua! E pensar que ainda estão de fora mais dois merdosos de categoria: Nuno e Fox! Com esta equipa e com este espírito vamos longe!
VIVA DE MERDA !!!
Jogaram e marcaram pelos De Merda/Espanha: Edgar, Zé Manel (1), Diogo Almeida, Mourinho, Ya (1), Petiz (1) e Rodrigo (1).
Rodrigo 10

Desabafo De Merda by Jocri

"...
Bendito o dia em que uns quantos portistas declaradamente homossexuais decidiram criar uma equipa junto com os seus amigos hetero que gostassem de jogar à bola.

Desta união nasceram os De Merda, equipa que sobre o pseudónimo de Espanha acaba de escrever hoje mais uma página da sua história com tanto de glória até aqui. São momentos como os de hoje que fazem pensar que valeu a pena passar por algumas zanguitas, uns quantos berros e divergencias de opiniao, pois temos neste momento uma equipa vencedora e que tem mostrado maturidade, muita garra e principalmente espírito de sacrifício e companheirismo! Juntos podemos vencer este campeonato! Yes We Can!

Assim acredito, e nesta fase final vou passar a convidar o meu pai e a Rachel para virem ver os jogos porque mesmo que não corra bem (figas..!) posso mostrar um conjunto de amigos que deixam tudo em campo e que mantêm a calma enquanto é preciso sofrer e esperar que o adversário cometa erros, para depois encetar a estocada final. Sem stresses, com concentração e futebol-espectáculo q.b. estamos em posição de oferecer uma hora emocionante de bola! E quem sabe muitos festejos!

Obrigado rapaziada! De Merda está a tornar-se um senhor cagalhoto!! Daqueles pós-ressaca!

Todos são importantes porque neste momento todos damos o máximo dentro do campo e isso é recompensado!

1,2,3...fodasse, que é bonito ser De Merda!

PS - Foi um estilo de escrita que designo de "apoteótico-lamechas", premiado por uma "verificação de palavras" com a palavra "crica".

Muito bonito.
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Jocri

sexta-feira, 15 de maio de 2009

33º Jogo: De Merda 8 - 6 MedPeople

Grande jogo de futebol! Apesar de jogarmos com um jogador emprestado devido à indisponibilidade da maior parte dos atletas De Merda foi claro o entrosamento em campo. Este entrosamento só é possível com muito treino e muitos jogos em conjunto. Começamos a ganhar e logo passamos a acreditar que a vitória era possível. Apesar de muito suada lá chegamos ao final do jogo com os "3 pontos". (se alguém quiser pode e deve aprofundar a crónica)


Fico desiludido por vezes com o facto de nem toda a gente fazer sacrifícios pela equipa. Aceito que os De Merda são apenas um grupo de amigos que joga à bola mas também tenho a certeza que o objectivo da maior parte é...ganhar. Sendo assim só espero sacrifício, luta e garra por parte do pessoal e não é isso que vejo em algumas atitudes.
Esforcem-se por juntar o grupo todo, por participar em todos os jogos porque é a única maneira de termos uma equipa homogénia e de muita qualidade.
Cumprimentos,
A Direcção

32º Jogo: De Merda/Espanha 5 - 4 Selecção do Chicote

Vitória justa mas sofrida devido aos "quentes" últimos 5minutos.

MOM: Jocri
Castigados: Nuno M.

31º Jogo: De Merda/Espanha 8 - 4 Brasil

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O Brasil abandonou o torneio de forma ingrata tal a dedicação e lucidez com que encarou este jogo. A Espanha ganhou por 8 - 4 (resultado este que curiosamente tem ocorrido com alguma regularidade). A Alemanha estava de malas praticamente feitas ficando a decisão do 3º ou 1º lugar para estas duas equipas. Bastava ao Brasil a vitoria por um golo para passar aos oitavos de final, Bastava à Espanha o empate.

No site de apostas a Odd pela vitória da Espanha era mais baixa do que a do Brasil, tendo em conta resultados anterior e a vitoria da Espanha a fortíssima selecção alemã, pela diferença mínima. O jogo. Teve quatro partes. Contra a estatística o Brasil marca. 1 – 0. Mais um coco nas redes de Jorge. Emoções ao rubro. Os espanhóis nem queriam acreditar. Bruno estaciona o Ônibus à frente da baliza. O “goleiro” Abel defende tudo o que aparece. Os espanhóis cantam o “Ansiedad”. Os Brasileiros falham uma vez e Nuno empata. Este golo marca a alteração do “mood” do jogo brasileiro, que inexplicavelmente perde a boa postura defensiva que até ao momento estava a ser exemplar.

Gogas levanta a arena com o 1-2 e logo de seguida os espanhóis faz o 1- 3. O Brasil reposiciona-se e faz o 4-3. O Brasil estava nos oitavos de final. Fantástica recuperação. Nota positiva para Bruno, Abel e Jorge. Este trio Sertanejo tocava o “primeiros erros” aos Espanhóis. Volta a gestão do esforço dos Brasileiros, Petiz toma a poção magica e… 4 – 8. Petiz faz Hat trick, equilibra o jogo espanhol e garante uma vitória aos Hispânicos. Uma nota de agradecimento da organização ao jogador Bruno, pela simpatia e disponibilidade com que foi abordando o torneio desde o inicio. A Espanha… que se cuide pois enfrenta Senegaleses Sábado as 17 Horas.

MOM: Petiz.

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30º Jogo: De Merda/Espanha 2 - 1 Alemanha

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Os MAIS e os menos:

(+) Jogo que entrou para o top dos melhores jogos do torneio
(+) Crescimento da Alemanha
(+) Pragmatismo e princípios espanhóis- atacar bem, defender muito melhor
(+) Nova escola alemã de jogadores tecnicistas

(-) Excesso de virilidade em vários lances da partida
(-) Lesão do guardião espanhol

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