segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

23º Jogo: De Merda F.C. 8 VS "Pessoal de Medicina Amigos do Zé" 8

O jogo terminou empatado a 8 bolas.
Tivemos quase sempre a ganhar, chegamos mesmo a uma vantagem de 3 golos, mas depois adormecemos um pouco e também devido a algum mérito da equipa adversária, passamos a estar a perder por 6-8.
Depois assistiu-se ao momento triste da noite: os constantes pedidos para se acabar com o jogo, porque tinham que ir embora, ir estudar, a mãe estava à espera deles, etc. Foi engraçado reparar que quando estavam a perder andavam a correr feitos malucos e não se lembraram das horas... mas enfim, adiante!

O jogo foi disputado, renhido, durinho em algumas fases (Nuno e Diogo que o digam).
Do outro lado estava uma equipa coesa, razopavelmente boa a defender e com 2 ou 3 jogadores bastante rápidos que, com o passar dos minutos, foram perdendo rapidez. Assim como nós, diga-se.
Eles tinham dois jogadores rápidos e com técnica (o que estava semrpe a resmungar e um de tshirt branca) e ainda dois jogadores bastante razoáveis (Tadeu e aquele mais forte).
O resultado acaba por ser justo... mas é óbvio que empatamos por culpa própria, pois temos qualidade de sobra para ganhar a esta equipa.

Aproveito para uma chamada de atenção: onde páram aqueles De Merda dos primóridos que davam coças atrás de coças por 10-2, 17-4, 16-3 ?!?! Onde páram aqueles De Merda com mangníficas exibições no Torrinha? Quem não se lembra daquela bela jogatana contra a equipa do Ya, Tadeu, etc.? Já goleamos equipas muito melhores que esta...algo de estranho se passa!
Penso que o nosso futebol está sem alegria, sem vivacidade, com pouca alma.
Culpa de todos, claro está e não de ninguém em especial.
Há que voltar a jogar com alegria, de modo mais ofensivo, sem medo de arriscar na jogada criativa, sem estar constantemente preocupados com as nossas costas. Eles é que têm que se preocupar em nos defender... não temos de ser nós a estar sempre cheios de medo dos adversários! De facto, as tabela snão estão a sair, nem o típico 1-2, nem os contra-ataques rápidos e mortíferos...

Gostei especialmente da exibição do Fox, em grande mesmo, muito bom nas saídas. penas teve culpa directa num golo (quando se saiu ao jogador quando o Zé já o estava a marcar e aparentemente tinha o lance controlado) e há outro remate em que podia ter feito melhor (um remate frontal).
Penso que estivemos bem na defesa, a dobrar bem os colegas e nas compensações (raramente eles surgiram sozinhos frente à baliza)... na frente notou-se falta de rapidez e de automatismos e tivemos sempre dificuldade em arranjar espaço para chutar à baliza em condições, o que significa que estão a faltar desiquilíbrios na frente.

Quanto ao piso de ontem, esteve melhor que na semana passada.
Embora continue a não me sentir seguro a fazer travagens bruscas e mudanças de velocidade (fruto ainda do entorse que sofri há algum tempo), pois o piso não está totalmente aderente.
Quanto ao dia do jogo (Domingo), confesso que já se está a tornar um hábito que estou a gostar cada vez mais.
O pavilhão em si mesmo...hummm... aquelas paredes junto às linahs continuam a não ser do meu agrado (porque é que não colocam colchões não apenas nas colunas ma stambém nas paredes?! Já vi isso em quase todos os indoors!)... ontem o Nuno caiu junto à linha e podia muito bem ter ido contra a parede.

17 comentários:

RAM disse...

Introduzi o símbolo no blog.
Retirei aquela imagem fatela que alguém umdia havia colocado.
Abraço

sloppy echo disse...

Concordo com quase tudo. No entanto, e sabendo perfeitamente que já me estou a tornar um chato do caralho ao me estar constantemente a repetir, o nosso problema foi só falta de garra. Chegamos a meio do jogo (quando ainda estávamos a ganhar) e deixamo-nos ir abaixo. Sem motivação nenhuma nem crer. Isso não pode acontecer. Mesmo que as equipas adversárias sejam teoricamente mais fracas, temos de correr até ao fim do jogo e, de preferência, temos de correr MAIS que eles.

COntinuo a achar que produzimos muitas jogadas de ataque mas somos muito pouco eficazes. Não por azelhiçe nossa, não tou a culpar ninguém por isso, acho até que andamos com muito azar na finalização. Veja-se como nós raramente marcamos golos como eles marcaram ontem (um na própria do zé que foi puro azar, dois remates que me traíram por terem sido desviados nas pernas de alguém na defesa, etc...).

Tambem acho que nos falta aquela alegria de jogar dos primeiros tempos. :X

RAM disse...

Introduzi o nosso plantel na barra do lado direito.
Se quiserem mudar os nomes digam.

RAM disse...

Ninguém comenta...

ESTÁ TUDO A DORMIR, CARALHO?!?!?!

Nuno, deixa de brincar à batalha naval com os teus colegas de escritório e diz alguma coisa, meu babuíno!

O Petiz, esse, já é normal... alguém que lhe ofereça um pack netcabo, um computador e um monitor para ele vir à net de vez em quando =p

abraços

M4l0R4L disse...

Ora bem, aqui vai a minha crítica, e peço desculpa pela demora:

Primeiro acho importante de referir que jogamos com uma equipa de nível bastante inferior ao nosso. Guarda-Redes fraquinho e apenas dois bons jogadores que tornavam o jogo deles mais rápido e perigoso. Mais um jogador forte fisicamente mas que não muito consequente, apesar de importante a nível defensivo, mais um jogador que não se cala e que "joga durinho" porque "joga hoquei e no hoquei joga-se durinho" e o Tadeu, que inventa que se farta, e que, na minha opinião, ficamos-lhe a dever um penalti.

Começamos bem, a jogar com calma. Importante conseguirmos parar o jogo já que eles começaram com muita garra e rapidez, e sendo assim, pelo menos inicialmente, não nos poderíamos evidenciar pelo ritmo de jogo mas sim pela técnica e jogo de equipa. Assim foi e naturalmente vieram os golos. Não tanto como deveria, mas eles realmente defendiam bem e tornava-se difícil a finalização. Entretanto começamos a deixar o jogo arrefecer, a vantagem transmitiu-nos confiança que deu lugar a displicência. Falo por mim, comecei a dar mais espaço e a preocupar-me mais em ensinar o gajo..
Anyway, temos de dar sempre o máximo, jogar com garra e com a "alegria" dos primórdios De Merda. Foi isso que falhou neste jogo e não podemos deixar que volte a acontecer!

Ás vezes não sinto que toda a gente veste a camisola da mesma maneira e é pena porque somos um bom grupo, damo-nos bem, jogamos todos bem e podíamos ser ainda mais fortes. Vamos ser DE MERDA!

Abraço

Zezz disse...

Penso que devíamos variar um pouco mais a posição da rapaziada em campo. Por exemplo, eu tenho bom remate e praticamente não o utilizamos. Tem de se rever a estrutura táctica ou pelo menos variar. Ser 'Fixo' passa por defender com garra e inteligência (não é necessário estar constantemente em cima dos adversários, mas não os podemos perder de vista e quando avançam demais é cair em cima sem dar hipótese para ele pensar na jogada), passa por saber distribuir a bola em condições de ser jogada, sem precipitações! aquando da pressão do adversário e recorrendo o menos possível à finta (na pior das hipóteses manda-se para fora), e acho que isto todos conseguimos fazer pelo menos com qualidade suficiente para segurar o resultado.

Acho que a falta de garra é recorrente no Rodas (tem de ser.. não quer dizer que não sejas bom jogador, nao confundir!) essencialmente no capítulo defensivo. O Diogo fica a indrominar-se quando falha uma jogada e ver-se livre desse constante "existencialismo" era brutal para dar - ainda - mais de si ao jogo. O Ya também me parece por vezes pouco motivado, mas do que conheço dele, é uma calma muito característica. No entanto segue o conselho para dar mais de si em cada jogada. Nunandrézias tem garra sim senhor e disputa as jogadas com vontade de as ganhar. Para mim falta aquele passe para trás quando recuas um bocadinho com a bola - fruto da pressão da linha defensiva do adversário - habitualmente ficas com a bola até ao último segundo, em tentativas de te voltares a virar para o ataque, e passar atrás fazendo "refresh" da jogada, pode dar frutos. Eu faço por dar tudo em campo mas sinto falta de atacar mais. Gosto de jogar a fixo mas sofremos sempre 2 golitos em que por uma razao ou por outra a bola até passa.. se calhar se variarmos no fixo, essas sejam as bolas que outro de vocês no meu lugar não falhe.
Tentei reduzir no passe directo, a ver vamos.

Não acho que o problema seja só falta de garra. Ainda temos muitíssimo que evoluir e isso passa essencialmente por uma coesão maior e por estendermos o bom futebol que fazemos a um maior período do jogo. Temos uma intensidade forte no inicío, mas a partir da meia hora começam a surgir problemas.

Algum conformismo claro, mas haverá melhor remédio para isso do que variar um pouco o estilo de jogo "on the spot"? Trocar de posições, motivarmo-nos mutuamente, trocar a bola com calma.

Agora que penso nisso, a nossa inclinação para o ataque leva a que não treinemos a troca de bola essencial para 'pausar' o jogo em certos momentos. Um pouco como o SLB.

Não podemos deixar que um jogo nos escape da mão com a pinta/rapidez com que o último nos escapou.

sloppy echo disse...

Em relação às posições já disse ao Zé que acho melhor treinarmos com uma estrutura mais ou menos fixa. Não quer dizer que cada um tenha uma posição de pedra e cal, que não possa sofrer alterações (acho que ainda no último jogo se viu que a estrutura não é fixa).

Eu sei que isto soa muito geek e tudo mais, mas quando eu jogava jogos online e jogava numa equipa (na altura ganhamos o campeonato da Europa, com 60 equipas a disputar lol), nos treinavamos milhoes de vezes seguidas uma posição definida para cada um. Podem dizer que é um jogo de computador e não tem nada haver, mas a questão é que TEM. Tem haver com rotinas que criamos na nossa cabeça. Da mesma forma que hoje um jogador de futebol, por norma, treina uma posição todos os dias.

Obvio que no futsal quando falamos de posições é sempre tudo muito relativo, não é como o futebol de 11, claro está. Mas mesmo assim creio que, como em quase qualquer coisa na vida, é importante ganhar uma base e alguns processos de rotina.

Mas isto é só a minha opinião, claro.

No entanto concordo com o Ze quando diz que devemos saber dosear e gerir melhor o jogo. Acho que todos voces sabem jogar bem e têm boa técnica, porque é que não trocam mais a bola? Se estamos a ganhar por 3 ou 4 golos de diferença, porque é que não podemos cansar os adversarios e faze-los correr atras da bola. É como dizia o Mourinho quando treinava o Porto, se a equipa guarda a bola, e se o faz bem, então a outra equipa não pode marcar.

Acho que temos bons valores individuais e pessoal que faz a diferença. Mas mesmo assim acho que se deve trocar mais a bola, circular e não ter medo também de passar para trás. O futsal é muitas vezes um jogo de paciência, basta ver-se um jogo na tv.

just my 2 cents

RAM disse...

Concordo com tudo o que foi dito, excepto na acusação que me foi feita de jogar com falta de garra no capítulo defensivo.

Respeito a opinião, claro. Embora discorde totalmente. Acho engraçado que no caso do Ya é visto como "calma característica", enquanto que comigo é encarado como algum "desleixe".

De facto por vezes posso aparentar que estou "out", mas garanto-vos que não é isso. Simplesmente sou assim... não gosto de protestar com os colegas, não mando vir por tudo e por nado, não fico a reclamar quando não me passam a bola, etc, etc. São estilos.

Quanto a defender, penso que o último jogo foi bem notório o meu esforço defensivo (aliás quase nem saí de trás)... penso até que corri bem mais que a maioria da equipa, mas é a minha opinião.

Por isso, embora respeite a opinião do Zé, discordo dela. Não vou alterar o meu modo de estar em jogo, pois nunca fui muito de falar alto, berrar, corrigir posições, etc.

Abraços,


Rodrigo

RAM disse...

Para não criar mal-entendidos, que fique bem claro que no comentário acima não quis dizer que o Ya é um jogador sem raça, pois não penso nada disso, bem pelo contrário. Até o considero um jogador bastante voluntarioso e dono de um pé esquerdo fantástico.

Zezz disse...

Não é preciso estares sempre atrás.

E também ninguém te pede que berres com os colegas e tal e coiso como escreveste (vindo não sei de onde). Isso não é sinónimo de garra, até porque idealmente não haveria ninguém aos berros se corresse tudo bem dentro de campo.

O que eu aponto como falta de garra, talvez algo vago para compreender exactamente o que te "peço", é a situação recorrente de desceres sem prestar atenção a quem te passa pelas costas. Eu não marco em cima por opção, mas sei e estou atento onde anda o jogador que é suposto eu cobrir! Mal ele recebe a bola vou lá pressionar. Para isso é necessário estar atento ao desenho da jogada do adversário e ao "meu" jogador.

Se calhar em vez da garra, que existe (não fosses tu um De Merda), diria que ás vezes dou por ti com falta de atenção no capítulo defensivo. Só assim se entende que falhes na marcação frequentemente.

É a minha opinião e persisto em defende-la porque não é a 1a nem a 2a nem a 3a vez que reparo nisso, e acredito que podes melhorar esta vertente.

Zezz disse...

Só uma última nota justificativa.

Acredito que podes melhorar porque eu também caía frequentemente no erro de subestimar um pouco o adversário deixando-o muitas vezes escapar, confiante de que bloquearia a linha de passe ou alguém o iria cobrir. Entretanto já não acontece tanto e só dependeu de mim.

Now lift your voice Rodhes!!

...

YES

I

CAN!!

Zezz disse...

Oh thank you mighty lord..!

Back to work..

Zezz disse...

Aproveitava também para dizer que hoje tou um bocado KO que ontem foi noite de copos e paibas e o carail a 4... em jeito de justificação para não estar grande coisa no partidaço das 19h..!

Rodhes.. Praise the Lord!

RAM disse...

Zé,

Sendo assim, e agora que te explicaste melhor, compreendi o que queres dizer. Realmente muitas vezes não acompanha o "meu" jogador e as maracações acabam por ficar baralhas e nessas alturas tenho que te "aturar" nas minhas costas (salvo seja) a dizer para marcar e ter atenção.

Mas também eu tenho uma explicação para isso. Tudo bem que eu tenho que acompanhar (quando jogo na frente) o jogador que sobe - em relação a isto, tudo OK. Muitas vezes admito que me desconcentro.

Mas a verdade é que eu não vejo os que jogam mais atrás (Diogo e Zé) a subirem quando o "vosso homem" sai do ataque para vir à defesa buscar jogo ou lançar o ataque!

O que eu quero dizer com isto é: se estamos a optar por uma marcação mais ao homem, definindo logo no início da jogada adversária quem é que cada um deve marcar, isso aplica-se a TODA a equipa, isto é... os fixos têm de subir para acompanharem o seu homem e os alas/pivots têm de descer para acompanharem os adversários que estão a marcar.

E quando os fixos não sobem, é aí que eu me costumo confundir, porque de repente estou com 2 junto a mim e um deles sobe e eu fico naquela hesitação de saber se devo acompanhar o que subiu ou o que ficou na minha zona de acção.

É meio complicado, mas será que me conseguiram entender?

Quanto ao que disseste, de sermos uma equipa mais móvel concordo totalmente. Não pode haver posições completamente definidas (discordo do FOX)... temos sem dúvida que nos adaptarmos a todas as posições, descendo e subindo, compensando uns e outros... só quando formos todos capazes de fazer qualquer posição é que podemos ser uma grande equipa. Ou seja... no início até podemos começar com o desneho do quadrado bem definido, mas depois, mal haja uma tabela e um dos fixos subir, o outro ala que não tabelou deve descer e assim sucessivamente.

Abraços,


Rodrigo

P.S. - hoje não pude comparecer porque tenho o meu último exame de mestrado amanhã.

RAM disse...

Pessoal, atenção que no próxima Domingo no Dragão, é o Porto x Benfica.

Talvez seja melhor desmarcar com os outros gajos, não?

Zezz disse...

Onde acaba a marcação homem-a-homem e começa a marcação à zona é uma fronteira que eu penso que no nosso sistema de jogo deve ser abordada com alguma flexibilidade.

Compreendi exactamente a situação que descreveste e antes de mais digo-te que nessa ocasião ficas imediatamente com o gajo que está a vir de trás para buscar a bola. Eu (é um suponhamos, aplica-se a todos) como fixo e com uma visão da jogada mais profunda e abrangente - já que estou atrás de ti - devo por conseguinte ficar com o teu gajo, caso ele avance no terreno claro. NAO ESTOU A FALAR NUMA SITUAÇÃO EM QUE O "MEU" JOGADOR FICA ONDE ESTÀ, ou seja, COMIGO A CONTROLA-LO! Aí, CLARO, FICAS SEMPRE A MARCAR O TEU GAJO CASO ELE DECIDA AVANÇAR NO TERRENO. É sempre para ti.

Se continuar o teu jogador ligeiramente mais avançado, não tem de haver troca. Mas se o avançado adversário que estava comigo for buscar jogo recuando e passando por ti, é nesse que ficas tendo eu o dever de te avisar. "Rodas, fica com o da esquerda/direita!".. Está claro ou nem por isso??

Falei de uma fronteira tenue porque recuperando o que aprendi no polo, em que se utilizam também os sistemas "à zona" e H-H mas de uma forma mais restrictiva, e fazendo a transição para o que se passa na nossa "modalidade", o ideal a meu ver, é uma defesa homem-a-homem sem pressão excessiva de modo a poder ter alguma plasticidade/espaço/dinâmica para ocorrerem as trocas.

Pressão sim senhor no homem que recebe a bola (se for um "fintinhas" é dar um pouco mais de espaço e defender com atençao, se for um rematador nato é cair logo em cima).

Pressão +- e cortar linhas de passe sim senhor caso o gajo que tenha a bola esteja o fixo deles, iniciando a jogada.

E as trocas não se fazem à balda.

Fazem-se trocas em 1001 situações diferentes, seja porque um está mais cansado, seja porque o movimento da equipa adversária o propicía, etc.. Por isso não dá para generalizar.

Para mim, devemos criar uma "zona" virtual em que temos o nosso adversário controlado e próximo. Podemos chamar a isso marcação homem-a-homem sem pressão excessiva. No entanto, e é aqui que se aplica a tal plasticidade defensiva que devemos ter, sempre que outro adversário pise a tal "zona" virtual, nós devemos resolver de imediato a questão da sua marcação, da forma mais prática possível e que dê lugar ao mínimo número de erros possível.

Assim, o jogador que tiver mais amplitude na sua visão de jogo, ou seja, o mais recuado, deve ficar pronto a "receber" o adversário que avance para o ataque. Enquanto isso, o jogador que está a defender mais à frente e que não sabe o que se passa nas costas, deve acompanhar SEMPRE o seu jogador onde quer que ele vá. NO ENTANTO, caso o seu jogador não se mexa e seja outro adversário a recuar para receber a bola, a troca deve ser feita e ordenada pelo jogador que está mais atrás numa de "deixa que eu fico".

(estamos a falar de 2 adversários sem bola! No caso de um deles ter a bola o trabalho do defesa que está mais à frente passa por cortar linhas de passe - caso seja o fixo deles - ou pressionar para incitar à perda de bola - caso seja numa fase mais perigosa da jogada)

Agora vou mas é estudar!

RAM disse...

Entendido, sim sr!
Bom comentário, sem dúvida.

Eu penso que, como é óbvio, fica mais fácil para os fixos comandarem as operations, visto que têm uma visão total do que se passa em campo, enquanto que os alas não sabem as movimentações nas suas costas.

Assim sendo, passo a marcar o gajo que recua para vir buscar jogo. Claro que a troca só será feita se isso for manifestamente melhor naquele dado momento. Mas os fixos têm obrigação de nos avisar do estilo "fica com esse, deixa este".

Espero que todos leiam este comment do Zé para começarmos já a pôr isto totalmente em prática na próxima joga.

Hug


Rodrigo