terça-feira, 27 de maio de 2008

1º Jogo - “Os Sem Nome” 8 vs “Os outros” 3

Pelas 16h a equipa (a preencher) lá se reuniu no Concha D'Ouro para dar beber um UCAL, combinar tácticas e escolher um nome.
- UCAL ninguém bebeu. Todos optaram pelo típico cafézinho, à excepção de Zé Manel, que investiu na chamada "Bomba Calórica à Moda da Concha D'Ouro", não deixando nada para ninguém e lambendo as beiras do prato;
- As tácticas limitaram-se aos tais cantos (que não tiveram efeito prático nenhum, embora seja da opinião que não devemos desistir dele. No Garcia é díficil funcionar dada a largura do campo, mas num terreno mais pequeno podemos ter mais sucesso), observados bem de perto por um irritante empregado que olhava embasbacado para os rabiscos no guardanapo de papel. "Se esta gente trabalhasse o país não estava como estava". "É por causa desta gente que isto não nada para a frente...";
- A escolha do nome foi infrutífera. Funky'n Team, Os Bandalhos, Os Bandoleiros, Os Safados, Os Patifes, Os Patifórias, Os Snoopies, De Merda FC, Os Forasteiros, Os Maiorais, Os Sapateiros, Os Soqueiros... enfim... surgem vários nomes... mas ainda ninguém se decidiu nem apareceu um nome consensual e cool, essa é que é a verdade e devemos assumi-la sem qualquer pudor. Como para já não estamos incritos em nada, não vale a pena apressarmo-nos. Estas coisas surgem naturalmente, nem que seja através de uma sola nojenta que saia de um sapato de um gajo nojento que dá pelo nojento nome de Hugo.
Ás 17h lá estávamos no Garcia para uma bela jogatana da bola, a nossa melhor amiga desde tempos imemoriais.
Nuno estava lesionado e a equipa apresentava-se diante do seu público (Nuno e Mara) com apenas 5 elementos: Hugo na baliza; cá atrás Diogo e Rodrigo; na frente Zé Manel e Petiz.
No início da partida as marcações estavam algo confusas e isso serviu para que a equipa do João fosse trocando melhor a bola e criando as melhores situações de perigo. Contudo, quando a equipa aqueceu, partiu para uma exibição esforçada e até consistente em certos momentos, não permitindo mais veleidades ao conjunto adversário que, não obstante, nunca baixou os braços e vendeu cara a derrota.
A nossa estratégia, consciente ou não, assentou no contra-ataque (houve quem dissesse por ali na zona que a selecção da Itália estava ali a jogar, mas não, não, éramos nós!). Julgo que marcamos poucos golos em ataque continuado. O contra-ataque funcionou bem, o que é normal, visto termos jogadores que saem bem para o ataque com a bola no pé em sucessivas tabelas e triangulações (Diogo e Petiz) e em virtude também de termos dois elementos rápidos nas transições defesa-ataque, como são os casos de Zé Manel e Rodrigo. Marcamos bastantes golos através destas triangulações no pivot ou no jogador colado à linha que metia para o meio. Além disso vários golos surgiram de desvios ao segundo poste, o que significa que a jogada foi bem feita, pois se virmos os jogos do Nacional de Futsal vemos que 80% dos golos surgem desses tais desvios ao 2º poste. O aspecto defensivo surpreendeu-me bastante, confesso. Nos dias antes do jogo, eram vários os receios que tinha acerca deste momento do jogo. Ora porque diziam que o Zé Manel não defendia; ora porque diziam que não estavam em forma; ora porque diziam que o Hugo era roto e tinha medo as "estouros"; ora porque fiziam que o Petiz era um menino; ora porque diziam que o Rodrigo era um palhaço; ora por isto; ora por aquilo.
Mas o jogo acabou por demonstrar que o aspecto defensivo até foi a nossa melhor arma, muito por culpa de Hugo, de quem nos ocuparemos mais adiante na análise detalhada de cada exibição individual.
A equipa jogou muito unida, muito coesa, quase nunca se viu alguém a recuar de forma lenta ou desinteressada, o que é importantíssimo. Meus amigos, defender no futsal é importantíssimo e, por mais que custe, temos que recuar de forma rápida e eficaz, ao bom estilo do Gattuso (e se preciso for um troço de vez em quando não faz mal a ninguém). E isso penso que foi conseguido. Raras vezes a equipa adversária esteve em superioridade numérica e quando o conseguiu normalmente aconteciam duas situações:
- Hugo defendia e lançava rápido o contra-ataque;
- O defesa mais recuado impedia o progresso do adversário (não indo de 1ª, o que foi muito importante), ganhando tempo para que os seus colegas recuassem, fazendo com que a equipa do João tivesse que se reorganizar e passar do contra-ataque para o ataque continuado e aí já a nossa equipa estava fechada em torno da sua baliza, nao permitindo mais do que remates de meia distância. No processo ofensivo as coisas já não correram tão bem, é um facto. Houve tabelas que não saíram, houve jogadores que se prenderam demasiado à bola, houve demasiados passes fáceis de executar que falharam, houve jogadas perto da baliza que se podia ter dado ao colega e seria um golo fácil em que se preferiu chutar, fraca finalização, remates algo disparatados, houve pouca rotação e circulação de bola, houve pouco "carrossel"... houve pouca magia, assuma-se!
Mas não podemos desanimar, caros amigos. Um começo é sempre assim. Estranho seria se os 4 de campo tivessem chegado ali e começado logo a gozar jogadas qual "laranja mecânica" em dia SIM! Não podemos exigir a Diogo, Rodrigo, Zé Manel e Petiz que, nos primeiros 60 minutos que fizeram em conjunto, houvesse logo um total conhecimento e entendimento que permitisse soltar a magia que há dentro de cada um de nós.
Que estes 4 jogadores têm qualidade, isso é inegável. Daí a formarem uma equipa na verdadeira acepção da palavra ainda vai um longo caminho. Mas se até os Fantastic Four (para os mais incultos, foi assim que a imprensa catalã chamou ao quarteto formado por Messi, Ronaldinho, E'too e Henry) do Barcelona, que treinam todos os dias e jogam ao fim de semana não se entenderam durante a época toda, porque é que nós - uns toscos - nos havíamos de entender em 60 minutos? Fica a questão. Mas uma coisa é certa: o Rjikaard não está nas nossas cogitações para treinador. É que isto de treinar mágicos tem que se lhe diga...
Contudo, penso que o resultado de 8-3 resume bem aquilo que se passou em campo. A nossa equipa foi sem dúvida superior, pois era melhor fisicamente (em termos de poder de choque não digo, mas em termos de sprint e recuperação no terreno e nas saídas para o ataque éramos muito mais rápidos) e bastante melhor tecnicamente, sobretudo ao nível do passe. Claro que a equipa adversária não era nada de especial, principalmente a nível técnico. Não tinha nenhuma "estrela", mas também não tinha nenhum "mono", o que fez com que ninguém brincasse em serviço e se distraísse do essencial: progredir como equipa e ganhar o desafio. Análise individual de cada jogador:

Hugo "Fox" Raposo - um frangueiro de merda, não tem lugar nesta equipa! Agora a sério sem dúvida foi o Man of the Match. Só não defendeu aquilo que era humanamente impossível defender. Muito atento a fazer a mancha, jogou sempre como um líbero, o que demonstra que esteve sempre com muita atenção durante os 60 minutos. Fez defesas fantásticas, mas repito, o capítulo onde mais de destacou foi nas saídas aos pés do jogador, onde fez o que lhe pedi: sair sem medo e a levar tudo á frente, não tendo medo de despachar a bola de forma mais feia. Precisa apenas de melhorar ao nível da fala, pois falou pouco, apesar de ter falado mais do que previa. É necessário que um guarda-redes seja daqueles gajos chatos, que estão sempre a avisar para as marcações, a berrar, mesmo que digam coisas estúpidas. Um guarda-redes é assim... tem que ser ridículo. Tem que estar sempre a berrar mesmo que diga que é paneleiro e que gosta de beber ucal morninho com corn flakes ao pequeno almoço. O importante é que fale e que demonstre à equipa que está confiante. Mas sem dúvida que a equipa se sentiu confiante com ele na baliza. Quando os 4 falhavam, lá estava ele a resolver. Liedson para o caralho! "HUGO RESOLVE" é que está a dar. Pessoas ali da zona já lhe chamam o Hugo, "O Yashyn de Merda";
Diogo Almeida - leva para casa o prémio de "nos meus pés a bola é quadrada", tal é a forma maldosa com que trata a redondinha. Vá, vou deixar-me de brincadeiras. Exibição de muita qualidade do caçula do grupo. Exibição muito certinha, muito consistente, embora sem rasgos de genialidade, o que é natural, já que é um burro do caraças. Mas como estava dizendo, é natural que não tenha tido lances de génio porque - para além de ser um burro do caraças - esteve sempre mais preocupado com as tarefas defensivas, que cumpriu quase sempre com mestria, saindo a jogar rapidamente e entregando a bola para colegas melhor posicionados. Demonstrou bastante raça e, no meu entender, se aprimorar esse aspecto (se se tornar um jogador mais duro, mais incisivo, mais manhoso e com mais nervo) pode tornar-se um jogador muito, mas muito díficil de ultrapassar. É notório, porém, que precisa de melhorar dois aspectos: a aceleração inicial (isso treina-se com os sprints e com os piques e vai aparecendo naturalmente) e a capacidade de decisão em situações de finalização. Muitas vezes podia passar ao meio e decidiu chutar; outras vezes que podia chutar optou pelo passe. Tem um remate muito bom, muito forte, pouco denunciado o que é excelente. Precisa no entanto de o aprimorar e de melhorar a sua ténica, o que vai lá com treinos. Denota uma excelente noção da tabela e triangulação, o que num defesa é de realçar, pois é importante sair bem para o ataque. Na defesa, repito, esteve impecável e merece um aplauso. Na frente de ataque deu bons apontamentos e vai melhorar com toda a certeza;
Francisco Petiz - este gajo é um ganda palhaço, só jogou porque estava lá a namorada a ver, senão tinha ido para lá pastar a vaca, oh xarabaneco de merda! Petiz... ora bem: exibição algo diferente do habitual, já que não é notoriamente um finalizador, mas ontem foi o marcador de serviço, por vezes pareceu-me ver lá na frente o Van Nistellroy, mas não: era Petiz.
Nota-se claramente que é um homem (homem?!?!? menino... vá!) que trata bem a bola, que não sabe jogar mal, que tem prazer em receber a bola e tratá-la bem, com carinho, dando-lhe miminhos. Tem características de pensador de jogo e sabe interpretar as regras do bom futebol. Tem tudo para ser um grande jogador, mas deve melhorar sobretudo a nível físico. Umas corridinhas no City Park não lhe faziam mal e uns sprints na sala de estar de sua casa só lhe faziam bem. É preciso notar que esta equipa adversária de ontem não era muito chata, não "mordia os calcanhares", era por vezes até muito macia... e contra equipas mais aguerridas, Petiz necessiatará de usar a força física, velocidade e capacidade de choque. Por isso, terá que treinar esta componente. E, agora que está numa equipa em que é figura principal (nos Esbungas estava lá porque era primo do chefe da equipa, como toda a gente sabe... se bem que nos Esbungas era díficil qualquer de nós jogar... mas também, em contrapartida, somos muito mais bonitos e inteligentes e não nos chamamos "Joaquim" ou "Tomás" nem usamos rabos de cavalo, o que é óptimo!) pode e deve trabalhar a componente física, que é importantíssima no futsal. Contudo, diga-se em abono da verdade, embora parecendo um jogador pouço raçudo, tentou sempre roubar bolas aos adversários, foi sempre muito solícito a defender e tacticamente esteve quase perfeito. Foi o finalizador de serviço, concluindo muito bem as ofertas que os seus companheiros lhe fizeram. É um jogador que sabe tabelar muito bem e isso deve ser aproveitado, embora ontem tivesse falhado alguns passes fáceis de executar. É o típico jogador que deve jogar em redor de um pivot ou de alguém mais fixo, fazendo bom uso da sua movimentação e dos seus pézinhos de lã. Se juntar a estes pézinhos de lã a capacidade de fintar e depois de já ter ludibriado o adversário partir para a baliza fazendo uso de uma maior capacidade de choque, pode fazer muitos estragos. Nota tremendamente positiva.
Zé Manel - ora bem, que dizer deste rapaz? Um talento puro, mas um burro do caralho a jogar à bola. Tens merda aí dentro, oh Zé! Em tua casa deves ter merda pela altura do teu peito!
Deixemo-nos de palhaçadas e falemos de coisas sérias porque, segundo Barrosso (ex-trinco do FC Porto, para os distraídos) "o futebol é uma coisa muito séria, o futebol não é para se brincar"! Zé Manel é um virtuoso, um jogador com magia na ponta da bota, um jogador que sozinho pode decidir um jogo. Tem uma capacidade atlética notável (embora se note que podia estar muito melhor ao nível da aceleração, onde denotou sentir dificuldades para ultrapassar e deixar para trás os seus oponentes). Se se empenhar nos treinos, vai passar a ganhar poder de choque e a ter mais força no ressalto, pois muitas vezes os ressaltos após se fazer a finta são importantíssimos para que fiquemos com a bola e se possa criari situações de perigo.É um jogador que faz mais estragos na partindo da linha para o meio do que do meio para a linha ou quando se fixa como pivot. Deve jogar preferencialmente nas linhas. Do lado esquerdo para flectir e fazer uso do bom remate que possui (diga-se que optou pouco pelo remate de meia distância, o que é pena, pois tem um excelente pontapé que vai ser de certeza muito útil à equipa); do lado direito indo à linha cruzar ou rematar cruzado. É um jogador que precisa de espaço para explodir e, por isso, aconselho-o a partir de trás, ou seja, recuar uns metros no terreno para sair com mais velocidade e partir para cima dos adversários já bem "lançado".No capítulo defensivo esteve melhor do que aquilo que dele esperava. Com efeito, as já míticas discussões NunÀndré VS CroquiAmorim fizeram-me ficar com a ideia de que Zé Manel era terrível a defender. Contudo, Nuno mentiu... logo é um mentiroso de merda e para mim fica fora da equipa, já que nem precisamos dele para ganhar! Zé espenhou-se bastante no apronto defensivo e mercee aplausos por isso. Nota-se que não é das coisas que mais gosta de fazer na vida, mas esforçou-se e é assim que tem de continuar, de modo a ser mais forte no choque e no roubo de bola. Exibição muito positiva, mas pode e deve fazer muito melhor.
Rodrigo - Exibição majestosa deste jogador. É um autêntico mago com a bola nos pés. Joga e faz jogar. As suas passadas são de Rei e atrás de si vai derramando pepitas de ouro no terreno de jogo, terreno esse que se torna abençoado a partir do momento em que este mestre do futebol o pisa. É um vagabundo do futsal, um homem que não precisa de ninguém a seu lado para brilhar, já que irradia bom futebol a cada toque no esférico. Dá gosto ve-lo jogar. Ao seu nível apenas vi um homem: Zinedine Zidane. Joga com a raça de um Lisandro, a classe de um Lucho, a cabeça de um Pepe Guardiola, a delicadeza de um Fernando Redondo, o açucar de um Ronaldinho, o ímpeto de um Cristiano Ronaldo, a segurança de um John Terry, o improviso de um Maradona, a finalização de um Jardel, o suor de um Gattuso, a majestosidade de um Quaresma, a aceleração de um Henry, a magia de um Carlos Secretário, a explosão de um E'too, o domínio de um Ibrahimovic e a velocidade de um Zé Bosingwa. Ter este atleta numa equipa destas é dar pérolas a porcos. Não tem companheiros ao seu nível e isso desanima-o. Mesmo assim foi certamente o melhor craque que já pisou o terreno do Garcia. Façam-se vénias a este Homem. Como ele já não se fazem. É a encarnação da Divindade nas vestes um jogador de futebol!
Agora vou falar a brincar... exibição muito consistente deste jogador, embora se note que pode e deve fazer mais. Alternou o muito bom com momentos em que os seus colegas tiveram que o chamar à razão, e com toda a justiça, diga-se! Exictou-se por vezes em demasia com a facilidade com que ficava com a bola nos seus pés e perdeu-se em "rodriguinhos", próprios de quem dá pelo nome de Rodrigo, cujo pai é Rodrigo, cujo avô é Rodrigo, cujo primo se chama Rodrigo e cujo tio se chama... António José.
Foi muito importante na forma como levou a equipa para a frente, nomeadamente pelo centro do terreno, rompendo a maioria das vezes em contra-ataque e assistindo os seus companheiros para finalizar. Nota-se que também se sente bem nas linhas, nomeadamente do lado esquerdo, onde giza várias jogadas de ataque, quer para finalizar, quer para dar a marcar.
Este bem cá atrás, embora por vezes tenha denotado um excesso de confiança que fez com que se deixasse ultrapassar 2 ou 3 vezes de forma infantil, porque não se apresentou tão decidido na disputa de bola como devia. Formou uma boa dupla com Diogo nos primeiros minutos do jogo. Depois as posições trocaram-se e teve que se adaptar a outros lugares.
Como se disse, por vezes, agarrou-se demasiado à bola e precipitou-se em direcção à baliza, alheando-se um pouco dos seus companheiros, o que não deve acontecer no futuro.
Tentou ser o primeiro organizador de jogo, pedidno sempre a bola cá atrás e indo receber grande parte das vezes directamente a bola do guarda-redes, gizando desde o seu meio-campo muitas das jogadas de ataque. Nota-se claramente que deve ser o homem escolhido para conduzir os contra-ataques da equipa pelo meio do terreno, logo após Hugo lhe endossar a bola de forma rápida.
Ofereceu várias golos aos companheiros, redimindo-se da fraca percentagem de finalização que teve, o que não costuma ser normal. De facto, falhou alguns golos que noutros jogos facilmente teria facturado, mas devido ao nervosismo da estreia não teve o discernimento necessário para "espetar as bandarilhas no touro", embora se siga que não teve muitas oportunidades claríssimas de golo.Exibição positiva, pois nunca deixou de correr e procurou tabelar e criar situações de perigo, correndo em velocidade desde trás. É um jogador que, tal como Zé Manel, precisa de espaço para explodir, embora também consiga fazer coisas bonitas quando joga mais na frente. Mas fica a nota de que pode e deve fazer mais.
Nuno - exibição fantástica deste jogador, um verdadeiro cérebro, uma classe imensa, uma qualidade enorme demonstrada durante os 60 minutos... 60 minutos esses passados em pé, tristemente encostado a uma tabela de basquete. Oh Nuno, és um coitado! Mais valia teres ido para casa! Estavas ali a fazer o quê?! A segurar a tabela? A dizer que sabes levantar a bola como o Ronaldinho e que não podes fazer porque estás lesionado?
Bem... este Nuno demonstrou um grande interesse neste projecto e o facto de ter ido ver o jogo denota isso mesmo. Esteve bastante atento, certamente a tirar notas das características dos seus colegas, de modo a poder entender-se dentro da quadra nos jogos futuros. Se confirmar as ideias que tenho dele, será certamente um elemento preponderante no estilo de jogo da nossa equipa, quer a assistir os companheiros a partir do meio como pivot (tem que estar bem ao nível das tabelas!), quer a facturar após assistências dos seus colegas para a área ou através de desmarcações rápidas nas deambualações pela frente de ataque. Pode, por isso, combinar muito bem com todos os seus companheiros, já que todos temos carcaterísticas diferentes. Um valor e um talento a confirmar no próximo Domingo.
Meus amigos, está tudo dito. Pouco mais há a dizer. Curti o jogo, curtia o café, curti o espírito da equipa, estivemos muito coesos e unidos e isso é fundamental! Falta ali o Tomé a dar a táctica só! Viva esta equipa... "Os Sem Nome" (não ler em inglês, senão podem-nos confundir com uns tristes que actuam para as bandas de Lisboa). Assim me despeço, com açucar na ponta da bota,

Rodrigo "El Mágico Camisa 10"

1 comentário:

M4l0R4L disse...

LOL

Bela crónica!

Queria só apontar o facto de nao teres feito referência ao lance BRUTAL que as câmaras concerteza repetiram vezes sem conta em que Zé Manel é sobrevoado por um passe em profundidade da equipa adversária e, como é seu apanágio, lança-se de imediato numa correria desenfreada para trás, sendo tamanha a sua surpresa quando avista uma espécie de 'Águia Real de Cabeça Branca' a aparecer "sabe deus d'onde", aplicando uma extraordinaria CACETADA no baixo ventre de Zé MAnel.

Felizmente e para grande regozijo de Raquel Couto, é notória a capacidade física de Zé Manel, principalmente na região supra-citada.

Sendo assim, foi toda a gente feliz para casa, principalmente Rodrigo que apesar de tudo não terá de cumprir nem sequer prisão preventiva! Testemunhas dizem que sua mãe chorava de alegria ao chegar a casa... Muito bonito.

José "Cantigas" aka JOCRIAMORIM